quinta-feira, 20 de agosto de 2009

METAS DA CHAPA 1

LUTAR pela aprovação da revisão do PCS dos servidores do MPU, nos moldes discutidos pela categoria; através de um PCS digno, calcado na defesa de direitos e valorização doservidor de carreira; CONTINUAR combatendo as situações relacionadas ao assédiomoral no MPU; CONTINUAR vigilante à ocorrência de casos de nepotismo e nomeações irregulares; REAFIRMAR o compromisso com uma gestão transparente edemocraticamente participativa, em parceria com Seccionais; CRIAR fóruns permanentes como: listas de discussão ou afins, eventos regionais coordenados pelas Seccionais e seminários nacionais envolvendo temas de interesses da Categoria e da sociedade civil organizada; ESCLARECER aos filiados sobre a importância da filiação do Sindicato a uma central/confederação e fomentar a implementaçãoda filiação do SINASEMPU àquela escolhida pelacategoria; INTENSIFICAR as atividades em conjunto com outras entidadessindicais; IMPLEMENTAR um processo de mobilização visando novas filiações ao Sindicato, buscando o crescimento e fortalecimento da entidade; CONTINUAR vigilante nas questões envolvendo irregularidades e/ou injustiça nos concursos públicos ou nos concursos de remoção e relotação do MPU; DAR continuidade à realização de cursos de formação político-sindical aos filiados; LUTAR por assento no Conselho Deliberativo do PLANASSISTE e para que os valores das contribuições do Planosejam estabelecidas de acordo com as remunerações dos servidores e subsídios dos Membros, bem como pela reinclusão de coberturas a procedimentos antes autorizados, como é o caso do tratamento ortodôntico e próteses; REQUERER à administração do MPU a criação e implantação, nos quatro Ramos, de Programa de Prevenção de Riscos no Ambiente de trabalho visando a preservação da saúde e da integridade dos servidores. LUTAR pela criação de programas de gestão ambiental ede controle médico de saúde ocupacional para o estabelecimento de ambientes de trabalho mais humanizados; CONTINUAR com a bandeira de luta pela jornada de 30 horas; DINAMIZAR ainda mais a comunicação da Entidade, por meio de ferramentas mais ágeis no site, implementando formas de maior efetividade na recepção dos Informativos e Jornal Conscientizando pela categoria. São esses os motivos que nos levam a pedir o seu voto. Vamos juntos, cada vez mais fortes, afinal, o SINASEMPU é CONSTRUÇÃO COLETIVA! Em 08 de setembro, compareça às urnas e vote CHAPA 1. Metas para o biênio 2009/2011

sábado, 15 de agosto de 2009

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Os componentes da Chapa 1 – Construção Coletiva vêm, pelo presente, tornar públicos os seguintes esclarecimentos, em relação à anulação da eleição para o SINASEMPU:

Conforme consta na Ata da Comissão Eleitoral Nacional o primeiro acordo proposto, que tinha, como se falou, o objetivo de salvaguardar o processo eleitoral ratificando os atos praticados em relação à indicação da mesa apuradora, já que qualquer chapa que se sentisse prejudicada poderia, a qualquer tempo, pedir a anulação. Este acordo foi assinado pelas Chapas.

Logo em seguida, dois novos acordos foram propostos pelos componentes da Chapa 1: o primeiro no sentido de abrirem mãos de contestar o descumprimento de qualquer prazo, porventura não executado pontualmente pela Comissão Eleitoral Nacional, convalidando os atos realizados. Importante salientar que o principal objetivo era o de evitar a anulação das eleições, por descumprimento de alguma formalidade que não trouxesse desequilíbrio na disputa entre as Chapas.

O Segundo tratava da apuração em si, tinha o intuito de estabelecer parâmetros consensuais entre os concorrentes, para validar a eleição, já que muitos filiados não aptos a votar - aqueles com menos de 3 meses de filiação a contar da data do registro das chapas - foram às urnas.

Esta proposta de acordo não era nenhuma novidade, já que no pleito passado foi apresentada e aceita pelas Chapas, ou seja, não inventamos a roda. Nosso propósito era a de preservar o pleito, no caso de haver uma quantidade muito grande de votos de filiados não aptos, resultando na impugnação de um grande úmero de urnas e conseqüentemente na anulação das eleições por falta de quorum.

Além do que, ainda havia o problema das inserções nas listas de presença dos eleitores. O Regulamento Eleitoral é claro que só podem votar os filiados cujos nomes constem da listagem, salvo os casos previstos no próprio regulamento, podendo as eleições ser anuladas também por tal motivo, se as chapas não chegassem a um acordo.

Durante horas negociamos com os componentes da Chapa 2, sem sucesso. Pedimos para eles redigissem uma contraproposta, porém todas as tratativas terminaram em fracasso.

Verificando que o acordo era impossível e que a realização da apuração poderia redundar num litígio, decidimos tomar uma atitude com o intuito de evitar uma disputa judicial que poderia levar anos e onde teríamos um único perdedor – o conjunto dos filiados.

Entregamos o requerimento pedindo a anulação à Comissão Eleitoral Nacional, mesmo sabendo da possibilidade dos filiados não compreenderem a plenitude da decisão.

A Comissão Eleitoral Nacional analisou a situação e tomou sua decisão, no sentido de anular as eleições, sendo redigida a Ata do Processo de Apuração. Depois de finalizada a Ata, componentes da Chapa 2 pediram para retomar as negociações, porém não havia mais condições, pois a Comissão Eleitoral Nacional já havia encerrado os trabalhos.

Houve o máximo de empenho para validação das eleições em consideração aos filiados votantes e à vontade das urnas. No entanto, na nossa concepção, não guardaria um mínimo de razoabilidade fazer uma apuração que depois poderia ser objeto de um pedido de anulação, ou de uma ação judicial. Por isso entendíamos que os acordos eram primordiais para a consecução da apuração. Eram esses os esclarecimentos que tínhamos a fazer. Não conseguimos entender o posicionamento da Chapa 2, os motivos que impediam a assinatura dos acordos. Ficará uma pergunta para sempre, por que não assinaram?

sexta-feira, 24 de julho de 2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

BAIXEMOS AS ARMAS (TODOS!)





Por Anderson Machado

Eleitores da Chapa1 ou da Chapa2 e também os não eleitores,

É preciso baixar as armas.




Observar que estamos vivendo um momento extremamente importante pra nossa categoria.

Estava agora mesmo comparando as duas propostas e, pra ser bem sincero, as diferenças numéricas são bem pequenas, eu não ousaria chamar nenhuma das duas de "pobre", muito pelo contrário, ambas são ousadas e (de verdade?) se fosse somente uma questão de apresentar e já estar aprovado, nas tabelas, misturaria ambas, nossa! O resultado seria estrondoso! (Veja a comparação - TABELAS EXPOSTAS ACIMA)

Mas não é assim, qualquer proposta ainda passará por uma análise no âmbito da Administração e depois no Congresso Nacional.

Precisamos de estratégia, de tática!

Tenho dito aos colegas que, apesar de ter, pessoalmente, apreço pelos colegas da Chapa2, não os conheço do dia a dia, nem tenho conhecimento suficiente da experiência de qualquer deles na atuação sindical, salvo o Marcos que como Diretor Seccional da Bahia sempre foi bastante esforçado. Tenho certeza que os colegas da Chapa2, como nós da Chapa1, tem o desejo de conseguir o melhor para os servidores do MPU. Para mim isto é PACÍFICO!


O motivo de termos duas chapas, e basicamente o que vamos decidir no dia 27, é qual a tática entendemos mais apropriada. Nós da Chapa 1 temos uma, os colegas da outra chapa tem outra.


Eles entenderam, por exemplo, nesta questão do PCS que a melhor tática seria fazer uma "adequação" da proposta do Judiciário e defendê-la para os servidores do MPU. Sem problema, é valido, é uma tentativa.


Nós da Chapa 1 apoiamos e defendemos o produto do trabalho de nossa categoria, realizado através de seu sindicato – o SINASEMPU, e apresentado, de mais ou menos um ano e meio de muito trabalho. É uma proposta na qual um dos objetivos é nos desvincular do Judiciário.

Não vou nem entrar muito no mérito da origem de cada proposta (nós temos plena consciência que a minuta que defendemos é resultado de um esforço muito grande de realizar um processo o mais democrático possível - não perfeito, mas, sem dúvida, o mais democrático já realizado em nossa categoria...)

Vamos, brevemente, ao mérito:

Atual
Técnicos A1 (começo de carreira) Vencimento: R$ 2.662,06 (sem GAMPU) e R$ 3.993,09 (com a GAMPU)

Proposta da Chapa2:

Técnicos A1 (começo de carreira) Vencimento: R$ 3.302,88 (sem GAMPU) e R$ 9.268,01 (com a GAMPU calculada sobre o maior nível)

Proposta do SINASEMPU (apoiada pela Chapa1)

Técnicos A1 (começo de carreira) Vencimento: R$ R$ 3.523,53 (sem GAMPU) e R$ 7.399,41 (com a GAMPU e GAT)


Atual


Técnicos A15 (final de carreira) Vencimento: R$ 4.240,47 (sem GAMPU) e R$ 6.360,71 (com a GAMPU)


Proposta da Chapa2:

Técnicos A15 (final de carreira) Vencimento: R$ 7.017,80 (sem GAMPU) e R$ 12.982,93 (com a GAMPU calculada sobre o maior nível)

Proposta do SINASEMPU (apoiada pela Chapa1)

Técnicos A15 (final de carreira) Vencimento: R$ R$ 6.208,7(sem GAMPU) e R$ 13.038,27 (com a GAMPU e GAT)
Esta é só uma amostra. Se analisarmos todos os níveis, em todas as tabelas, veremos que há diferenças, mas não que uma seja sempre melhor que a outra (em se tratando de valores).

A diferença está na construção dos valores, proposta por nós defendida, especialmente nos níveis A e B, adota o pensamento que é mais importante fortalecer o “vencimento” (único item protegido pelo princípio da irredutibilidade de vencimento) e segue o caminho mais usual de calcular as gratificações sobre o vencimento de cada nível, porque em outros Planos já se tentou fixar no maior para todo e é recusado sob o argumento que passaria e ser valor fixo e perderia o caráter de gratificação. (no PCS passado isto aconteceu).

Outra tática importante que é resultado de uma opção da categoria:

Buscamos desvincular nossos cálculos da Proposta do Judiciário, afinal, já sabemos o resultado da vinculação (a formiga (MPU) só consegue caminhar por onde o elefante (Judiciário) também pode, limitando sobremaneira nossa ação).

Em conversa recente com o novo PGR foi-nos dito que é necessário termos um parâmetro, não se pode apresentar um Plano de Carreira tirado da manga e que, usualmente, se tem usado como parâmetro o Judiciário. E, ao dizermos que tínhamos um parâmetro - carreiras que possuem um perfil muito mais parecido com a nossa (em tamanho e atuação funcional) como a CGU (parâmetro da proposta de vencimento) e TCU (parâmetro de outras propostas da minuta) – foi-nos dito: “Apresentem os estudos!”


Observemos ainda a questão do Adicional de Qualidade, para o qual o SINASEMPU propõe uma melhora significativa. Isto oferece mais reconhecimento para todos os níveis e uma especial recompensa ao técnico que, em regra, possuem nível superior.

Foi assim que foi feito, temos os estudos de impacto, isto nos dá uma vantagem imensa, especialmente no Congresso Nacional.


Colegas, todos nós, vamos com calma, vamos debater sem conclusões precipitadas, estamos tratando de nosso futuro, muito além do dia 27 de julho.


Forte abraço!

terça-feira, 21 de julho de 2009

POLÍTICA À BRASILEIRA


Por Paulo Rabelo

Constantemente ouvimos colegas de trabalho dizendo que têm horror a política, nojo mesmo. Essa realidade reproduz o sentimento nacional que, infelizmente, confunde política com politicagem.

Somos seres políticos por definição, o termo tem origem na pólis grega (comunidade organizada) composta por cidadãos (politikos). O sentido da cidadania grega – não diferente da atual – é voltado para uma participação que tem a capacidade de construir os próprios destinos.

É fato que o noticiário encontra-se recheado de escândalos, corrupção e situações fáticas que conduzem a sentimentos como horror, nojo, indignação e tantos outros, contudo, são fatos motivadores da necessidade de uma participação cada vez mais intensa processo democrático. O distanciamento por meio de uma atitude passiva ou omissiva beneficia àqueles que os protagonizam e que, em última instância, materializam miséria e injustiça social no cotidiano nacional.

A politicagem é o retrato dos mensalões, sanguessugas, sathiagrahas e tantas outras operações que realmente devem nos conduzir a sentimentos como a indignação, todavia, necessário canalizar tal energia para uma ação produtiva e participativa, no sentido de transformar o que nos incomoda, o nome disso? Política.

Em nosso movimento sindical a realidade não diverge, um modelo intencional – estado liberal – implementado estimula e promove a preocupação apenas com que gravita na órbita de nossos umbigos. Quando cada um cuida apenas do “seu quadrado” é impossível a transformação do “status quo” e as situações que tanto nos incomodam continuarão a se reproduzir.

O sindicalismo público, e em especial o do MPU, tem papel vital nesse contexto, não apenas pela garantia dos direitos da categoria, o que sem dúvida vem sendo bem conduzido pela atual diretoria do SINASEMPU, mas fundamentalmente por essa possibilidade transformadora, que no contexto de uma eleição merece atenção, sob pena de ficarmos ofuscados com cifrões ilusórios que jamais irão se materializar e não voltar a atenção para propostas e modelos que se apresentam numa perspectiva diametralmente oposta.

Portanto, o convite a todos: eleitores e não eleitores é para buscar a informação concreta, real e verdadeira, vez que a proposta de reflexão é muita mais ampla, informações essas disponíveis em múltiplas fontes: internet, jornais, ações judiciais (ou não),artigos, depoimentos, ... e após isso, num exercício de fruição de uma cidadania plena, fazer a opção consciente pelo modelo que mais atende aos anseios de justiça e equidade.

De nossa parte, sei medo de errar, tenho plena certeza que todo o processo reflexivo foi feito, inclusive fundamentando a elaboração de nossas propostas, por isto dia 27 de julho, vamos votar conscientes e fortalecer a verdadeira CONSTRUÇÃO COLETIVA!

UM SINASEMPU MADURO


Por Maria Angélica Travniski de Souza

Desde que participo dos eventos do SINASEMPU, lembro-me de um argumento muito utilizado no início: que o nosso sindicato era novo, e que tinha muito ainda a galgar para se inserir no contexto de um sindicato de verdade.
Há algum tempo, cerca de uns 04 anos, acredito, ouvi de uma pessoa que respeito muito, que o SINASEMPU tinha amadurecido consideravelmente, e que tal argumento de sermos um sindicato novo, já não bastava.
Tomava posse, naquele ano, como presidente do SINASEMPU, Luiz Ivan Cunha Oliveira.
E nesses anos em que esteve à frente do Sindicato, mudou completamente a idéia que muitos tinham de luta sindical, mostrando que o SINASEMPU tem força, tem expressão, não apenas no MPU, como também frente a outras entidades classistas, como ANDES, ASSIBGE, entre outras, passando a compor a Bancada Sindical ao lado, inclusive, do representante da FENAJUFE.
Hoje, não tem Unidade que desconheça o SINASEMPU, como há 04 anos. Sim, ao contrário dos Estados, que o reconhecem como legítimo representante de todos os servidores do MPU, em Brasília não se ouvia falar de SINASEMPU, e isso mudou!!!
E graças a essa mudança, podemos afirmar que temos um sindicato forte, e principalmente, que goza de identidade própria, de liberdade!
Não somos os experts, nem poderíamos, pois o conhecimento é construído dia-a-dia. No entanto, podemos apontar uma história de lutas, um caminho de dedicação que nos levou a acreditar que podemos ser alguém e não precisamos ficar à sombra de entidades do Judiciário. Nós temos nossa força, somos respeitados no âmbito sindical e existimos a par das outras entidades, com uma categoria que possui suas especificidades e quer se unir a outras entidades sim, para ajudá-las e para ser ajudada. Mas não aceita mais ser relegada a segundo plano. Com a nossa força e com uma Diretoria Nacional que se mostrou disposta a encaminhar as propostas da categoria, é que queremos seguir, galgando degraus e degraus, em uma Construção Coletiva!

Sou “CONSTRUÇÃO COLETIVA”

Por Hélio Aparecido Silvério

Participei desde o início de nossas lutas quando nosso Sindicato ainda era apenas um sonho. Poucos acreditavam e não foi fácil chegar em Brasília e trabalhar para a formação e concretização desse sonho. Durante anos e anos alguns poucos colegas já pensando no poder de uma CONSTRUÇÃO COLETIVA se reuniam em Brasília, precariamente, viajavam horas e horas de ônibus, sem dinheiro para hotel e alimentação etc. Até que em 1995 esse sonho tornou-se realidade. A partir daí os trabalhos nunca cessaram, veio o primeiro PCS, estudos de horário, reestrutura, campanha de filiação sem sair do Estado, sem viagens, com muitas e muitas CONQUISTAS e questões solucionadas ou encaminhadas e estão aí pra qualquer filiado, ou não filiado, ver, basta entrar no site do SINASEMPU ou procurar se informar de forma direta com colegas que já estão há algum tempo na casa, um colega que seja envolvido e inteirado com as nossas necessidades.


Com o passar dos anos e, a cada dois anos, são eleitas as diretorias. Algumas acertando mais, outras tentando acertar, mas tudo isso fazendo com que os colegas que estivessem a frente fosse também crescendo, tornando-os mais capazes, mais conhecedores e mais interessados na nossa carreira.

Isso tudo fez com que grandes líderes fossem surgindo e dentre estes, alguns que desde o início não abandonaram sequer uma luta. Alguns em evidência, sempre combativos, outros no seu Estado provando que nunca deixaram de trabalhar em prol dos colegas e da entidade.

Hoje temos uma entidade forte, combatente, respeitada, colegas que lutam com afinco mas que não são valorizados. Temos na chapa 01 exemplos claros de luta, de raça, de envolvimento e comprometimento com a nossa Entidade. Ta aí a palavra chave “precisamos de pessoas comprometidas”, que não apresentem apenas discursos de cunho eleitoreiro mas, que estão com o pé no chão, mostrando sempre o bom senso, dando a resposta na hora certa, não faltando em momento algum com a verdade. APOIAR UMA CHAPA COMO ESSA SERIA MUITO POUCO, ENTÃO RESOLVI FAZER PARTE DA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

VOTE CHAPA 01, VOTE CONSTRUÇÃO COLETIVA!!!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

DIÁLOGO NA PRÁTICA


Por Márcia Broxado

Dialogar é palavra muito importante, mais que isto é atitude importantíssima!Por vezes é usada de modo equivocado. Para que o diálogo realmente aconteça é necessário que ambas as partes tenham interesse, envolvam-se, se não for assim, será desperdício de energia, perda de tempo, submissão ou, no máximo, monólogo.Sempre defendemos o diálogo, nossa história no movimento sindical é prova disto.Ainda trataremos bastante sobre a necessidade de fortalecer o diálogo em diversos âmbitos, mas, agora, tratemos do diálogo com a Administração do MPU. Já vivemos momentos de maior, menor e até nenhum diálogo entre Administração do MPU e servidores. De nossa parte sempre mantivemos uma postura séria, respeitosa e correta. Tomamos a iniciativa de estabelecer laços institucionais, administração – sindicato, porém nunca abrimos mão de uma defesa intransigente da categoria, não poderíamos “negociar” direitos que não nos pertencem pessoalmente. Foi esta fidelidade à categoria, aliada à boa dose de indisposição da outra parte, que causou um desgaste da relação do SINASEMPU com alguns integrantes da antiga Administração do MPU. Tanto não era pacífica no âmbito da Administração passada a recusa de estabelecer o diálogo com a categoria que, mesmo durante a “campanha” dos postulantes ao cargo de PGR, todos manifestaram desejo de estabelecer um diálogo institucional com a categoria. Outro sinal efetivo dessa mudança de atitude por parte da Administração ou, pra ser mais justa, do pensamento e prática do novo PGR, é o modo receptivo com que tem tratado os representantes do sindicato desde sua nomeação. Estivemos nesta semana no gabinete do Novo Procurador Geral da República, Dr. Roberto Gurgel, para uma rápida visita de congratulação, e foi com alegria que ele recebeu nossos cumprimentos, manifestando mais uma vez seu anseio pela construção de um diálogo fraterno e respeitoso, sem submissão de parte a parte e com fundamento nos interesses institucionais do MPU e de seus servidores. Uma relação que, com certeza, não se fundamentará na bajulação, na troca de favores pessoais, nem de pequenos grupos, mas sim no respeito e na busca de entendimentos, sem que a Administração abdique de defender seus legítimos interesses, nem os servidores sejam obrigados a abrir mão se de seus direitos ou da busca por melhores condições de vida e trabalho.Nesta quarta-feira, dia 22 de julho, estaremos na posse do novo PGR, reafirmaremos a ele nossa confiança na construção de um frutífero diálogo, servidores-Administração, que refletirá, por exemplo, na aprovação do projeto de lei que trata da criação de novos cargos para o MPU, que amenizará o sofrimento de inúmeros colegas que têm trabalhado além de suas possibilidades em razão do excesso de trabalho; e, sem dúvida, na revisão, urgente, de nosso plano de carreira, com a efetiva valorização dos servidores efetivos.

É nisso que acreditamos, é por isto que lutamos!Caminhemos juntos, sempre numa CONSTRUÇÃO COLETIVA!

Apoio a chapa 1

Para avançar na luta unificada dos trabalhadores, apoio a Chapa Construção Coletiva no SINASEMPU.
Robson Neves, Diretor da Executiva Nacional da FENTECT - Federação Nacional dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos / ECT

Conheci Márcia Broxado na luta contra a Reforma da Previdência de 2003, quando dirigia o SINASEMPU em Pernambuco. Por isto não poderia deixar de apoiar sua chapa nestas eleições nacionais, pois sou testemunha de seu compromisso de luta e sua capacidade de trabalho.
Marcos Antônio, Presidente da FESEMPE - Federação dos Sindicatos de Servidores Públicos Municipais de Pernambuco


A Direção Nacional do SINASEMPU tem demonstrado firmeza e coragem em sua prática sindical, sem esquecer de nortear suas ações pelos fóruns de deliberação da categoria. Por esse espírito democrático e de luta, tem nosso apoio para continuar esse importante trabalho.CEDÍCIO DE VASCONCELOS MONTEIRO Dirigente da Executiva do SINTSEP(PA) e da Executiva Estadual/PA da CONLUTAS

Coerência, articulação nacional, habilidade para o diálogo e capacidade de interlocução com a base são qualidades imprescindíveis na vivência sindical – claramente demonstradas pela diretoria do SINASEMPU durante sua gestão. Declaramos nosso apoio na certeza que a continuidade do trabalho representará novas conquistas para os servidores do MPU
NEIDE SOLIMÕES Coordenadora-Geral do SINTSEP(PA) - Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado do Pará e membro da Executiva da CONDSEF – Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal


"A capacidade de diálogo aliada à firmeza de propósitos sãocaracterísticas indispensáveis na luta por melhores condições devida. Nos amigos da Chapa 1 - Construção Coletiva, sei que estes fundamentos estão presentes, por isto merecem e recebem nosso apoio."
Senadora Fátima Cleide PT/RO



"Nossa luta pelo respeito às leis deste país e por justiça exige um mutirão da sociedade.
A direção do SINASEMPU está fazendo bem a sua parte, por isso merece o nosso apoio". Protógenes Queiroz, delegado da Polícia Federal e chefe da operação Sathiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas.

"Em tempos de tantas dificuldades no ambiente sindical, de tantas direções sindicais cooptadas pelos governos, ficamos felizes em ver a direção do SINASEMPU atuando com tanta independência, com autonomia. Este trabalho e esta postura em defesa dos interesses dos servidores do MPU não pode ser interrompido".
Luciana Genro, deputada federal do PSOL-RS




"O trabalho desenvolvido pela atual diretoria do SINASEMPU merece nosso profundo respeito e apoio, razão pela qual é importante que tenha continuidade".
Heloisa Helena, ex-senadora e candidata a presidencia da República em 2006

DESPERTAR É PRECISO















Por Lena Paula
“Na primeira noite eles aproximam-se e colhem uma Flor do nosso jardim e não dizemos nada.
Na segunda noite, Já não se escondem; pisam as flores, matam o nosso cão, e não dizemos nada.
Até que um dia o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, Já não podemos dizer nada.
Vladimir Vladimirovich Mayakovsky “
(Влади́мир Влади́мирович Маяко́вский) (1893 - 1930)


Intimidar é um verbo de conjugação tola, imprecisa.
Porque as verdadeiras lideranças jamais se intimidam, principalmente quando o momento é solene, decisivo.

Esse é o nosso momento hoje, diante dele não esmorecemos e muito, muito, dissemos. Mas do que isso, agimos, vivemos, construímos. E, principalmente, respeitamos - a opinião, as críticas, os anseios da nossa base - reflexo fiel disso é que na vivência real de um processo de construção democrática, elaboramos com as vozes dos servidores do MPU em cada Estado, cada município, cada local de trabalho, a primeira minuta de revisão do Plano de Carreira do MPU autenticamente nossa.
Aos arautos do apocalipse do “aumento pecuniário” e sua correria comezinha nos bastidores de entidades fantasmas, respondemos com a tranquilidade e a consistência de um trabalho iniciado em abril de 2008, consolidado por pessoas de carne e osso - referências verdadeiras em suas unidades - articulado com seriedade e referendado por assembléias locais de norte a sul do país.

Aos amadores que ofendem a dignidade dos servidores com um plágio de Tabela Salarial made in Judiciário - acreditando que, como eles, a categoria está disposta a negociar sua autonomia, qualidade de vida, valorização profissional, pelas migalhas e sobras de outras plagas - respondemos com a autoridade e a seriedade de quem vive na pele os riscos e os ônus de ser, com muito orgulho, Diretor Nacional, Diretor Seccional, Delegado de Base ou Representante por Local de Trabalho do único e verdadeiro Sindicato dos Servidores do MPU.


Não haverá espaço para discursos vazios. Nós, da Chapa 1, estamos nesse processo eleitoral apresentando o que somos, nossa representatividade, nossa história no movimento sindical de nossa categoria, em defesa não apenas de uma entidade, mas de uma cultura democrática de gestão, baseada no fortalecimento e valorização das Seções Sindicais - que sempre foram as parcerias prioritárias da atual Diretoria Nacional - e no compromisso de zelar, com coerência e honestidade, pelo patrimônio material, cultural, moral e político que o SINASEMPU vem acumulando, com muito esforço e empenho, especialmente nas últimas gestões, uma práxis forjada no respeito às especificidades e peculiaridades da realidade vivida pelo servidor do MPU, e, ao mesmo tempo, conectada ao contexto nacional dos movimentos de Servidores Públicos Federais. O SINASEMPU SOMOS TODOS NÓS, AGUERRIDOS E SOLIDÁRIOS, JUNTOS NESSA DEMOCRÁTICA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

INTERAGIR É PRECISO



Por Júlio Edison Rico Torres

Não se pode permitir que prevaleça o apelo de "mudar é preciso", quando se sabe que a mudança, certamente, será para pior...
Precisamos conscientizar nossos colegas quanto às falácias que vêm sendo utilizadas pretendendo fazer valer tão simplória retórica, própria dos que não têm argumentos sólidos para convencer.
A mudança nem sempre é para melhor e neste caso, certamente, não seria.
A atuação da atual gestão da Diretoria Executiva Nacional do SINASEMPU, cujos integrantes em grande parte integram a Chapa 1 "CONSTRUÇÃO COLETIVA", é, por si só, espelho de seriedade e de firmeza do propósito de bem defender os interesses da categoria e isso precisa ser dito. Os inúmeros sucessos alcançadas na via judicial, aliados às campanhas de caráter valorativo tanto dos servidores do MPU como a contra o assédio moral, nepotismo, LER-DORT, irregularidades na ocupação de FC’s e CC’s, pelo respeito ao direito de advogas dos servidores. A capacidade de unir forças com a própria administração quando à unidade de desígnios, como no caso da campanha em prol do aumento do quadro de servidores do MPT. Tudo isto confirma a postura séria e austera que tem sido empregada, reafirmada com a busca de diálogo franco e sincero com a nova administração da PGR, conforme já foi amplamente divulgado.

Ademais, é característica marcante de nossas lideranças, e de todos que a apóiam, perseverar na busca de maior participação das bases, o que tem sido feito, seja através de encontros estaduais ou nacionais, todos reunindo, em várias oportunidades, as diretorias Nacional e Seccionais para definição e estabelecimento de atividades conjuntas, coletivas, seja, também, por consulta aberta extensiva a todos os servidores do MPU, como no caso da criação de um Grupo de Trabalho, formado por diretores nacionais e seccionais, que recolheu sugestões das bases e, em Seminário, com a efetiva participação de representantes estaduais eleitos para tal finalidade, coligiu os dados que expressavam as pretensões de todos os servidores do MPU para a formulação de um ante-projeto de revisão do atual PCS a ser entregue ao novo Procurador Geral da República.

Pela primeira vez a própria categoria, por iniciativa do seu sindicato nacional, o SINASEMPU, pode expressar-se a respeito.
É isso, caros companheiros; precisamos que todos se envolvam, de fato. Nosso material de campanha mais forte é o corpo-a-corpo, o dizer a verdade, sem iludir, sem falácias...
Não dispomos de recursos financeiros para uma campanha com impressos caros e, muito menos, para propiciar deslocamentos em larga escala, porquanto não temos patrocinadores...
Assim, não sendo possível fazerem deslocamentos para outras unidades, por favor, utilizem-se das formas disponíveis de trabalhar, pedir votos mesmo, seja por telefone, e-mails, entregar o nosso panfletinho de mão em mão etc.
Ah, recomendem o acesso ao nosso blog http://construcao-coletiva.blogspot.com/.
O tempo é curto, somente está permitida a campanha até o dia 22, quarta-feira.
Temos de trabalhar com muito empenho para não deixarmos que o nosso SINASEMPU, que hoje desfruta de grande conceito nacional, possa vir a cair nas mãos de pessoas sem o preparo necessário e que não consideram tão importante fortalecê-lo e de mantê-lo no caminho da austeridade e compromisso para com os legítimos interesses da categoria que nacionalmente representa.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Eleições e PCS


por Anderson Machado

Nas ultimas semanas, pelos corredores das Unidades por onde temos andado, dois temas são recorrentes: PCS e Eleições do Sinasempu; é bem verdade que o primeiro muito mais que o segundo!
Mas penso ser importante refletirmos o quanto os dois temas estão umbilicalmente ligados. Afinal, as direções eleitas no próximo dia 27/07 (nacional e seccionais) serão as responsáveis pela condução do processo de negociação junto à Administração do MPU e ao Congresso Nacional. Só este fato, que não é o único, já ressalta a importância das eleições sindicais, mesmo para aqueles que neste momento têm suas atenções completamente voltadas para o PCS.
Tal importância passa a ser ainda mais significativa quando analisamos o perfil das chapas concorrentes e as estratégias que se delineiam a partir de tais perfis. Enquanto a Chapa 1 – Construção Coletiva - ratifica e aposta no processo coletivo realizado pelo Sinasempu, a partir das propostas apresentadas pelos colegas do país inteiro e aprovadas em assembléias por todos os rincões brasileiros, num autêntico movimento de ampla participação e inquestionável legitimidade; a chapa de oposição, inexplicavelmente, aposta suas fichas em proposta externa ao sindicato, não discutida com a base da categoria e com a ativa participação de entidades “alienígenas”, ligadas ao Judiciário.
Evidentemente que são estratégias, inclusive eleitorais, e como tais devem ser respeitadas, porém, não consigo me conformar com a atitude de colegas que se dispõem a dirigir uma entidade sindical e, ao mesmo tempo, desprezam, desrespeitam o trabalho realizado por ela, pela base da categoria.
Observemos que a proposta defendida pelo Sinasempu não é uma proposta politiqueira que um grupo de filiados, elaborada às presas em razão do processo eleitoral, é uma proposta que vem sendo discutida pela categoria a partir de sua entidade sindical já a bastante tempo, e, por isso, deve ser respeitada por qualquer direção que venha a assumir o sindicato. Ou será que o pensamento dos colegas da oposição é fazer como certos políticos que, quando conseguem assumir certos cargos eletivos, especialmente os executivos, abandonam as obras já iniciadas, inclusive as de grande interesse público, somente pelo fato de terem sido propostas por seus antecessores?
Fica difícil entender... De qualquer forma, tenho a firme convicção que o trabalho realizado pelo Sinasempu, por nossa categoria, o qual será entregue em mãos ao novo PGR tão logo ele assuma o cargo, não será desprezado, pois no dia 27 de julho vamos todos comparecer maciçamente às urnas e votar na chapa que valoriza nossa categoria, que respeita e aposta na nossa entidade e que vai lutar por um autêntico PCS dos Servidores do MPU: Chapa 1 - Construção Coletiva!
Até a vitória colegas!
Vamos juntos porque o Sinasempu é e precisa continuar sendo uma verdadeira Construção Coletiva!

terça-feira, 30 de junho de 2009



Porque eu voto na chapa 1

Voto na Chapa 1 - Contrução Coletiva porque acredito que precisamos ter uma entidade com independência e autonomia política, responsabilidade com a coisa pública, honestidade e coerência nos discursos e nas ações, compromisso, coragem e força para lutar por melhores condições de trabalho e salariais, dignidade e respeito aos servidores do MPU e aos demais trabalhadores, e tenha como meta a justiça social. E só com as pessoas que fazem parte desta Construção Coletiva é que tenho a convicção e a tranquilidade de que nossa entidade - o SINASEMPU - estará revestida destas qualidades. No dia 27 de Julho vamos às urnas confirmar a política correta implementada pelo SINASEMPU até então, única entidade representante dos servidores do MPU. A vitória de nossa categoria tem data marcada: dia 27 de Julho.
Albanise Pires - Analista Administrativa - PR/PE

Caros colegas.

As discussões políticas palanqueais deixo para as pessoas e o momentodo seu exercício por quem é de direito. Neste momento quero expressar,feliz pela liberdade democrática e por ter espaço para exerce-la, aminha alegria por ver a formação da Chapa 01.Não vejo o momento histórico que vivemos e nem as conjunturas nacionale internacional, propícias à aventura. Necessitamos de equilíbrio,amadurecimento, postura diferenciada, identidade e todo o arcabouçonecessário para uma vitória da categoria e a conquista de seus anseios,expressos nesses colegas e amigos de anos. Por sua honestidade, garra, simplicidade, postura e paixão por defendere lutar à frente de nossa categoria o meu SIM, O MEU VOTO e o meu desejode sucesso na consolidação do que somos perante uma sociedade e asinstituições que a compõem, e que compomos: SINASEMPU. SUCESSO!!!edson airton - PR-PB

"Voto na Chapa Construção Coletiva (01) porque acredito que ainda temos colegas que defendem os interesses da categoria com empenho e dedicação,de forma honesta e transparente."
Bruna Coelho de Góes – Tecnica Administrativa - PR/RJ - Rio de Janeiro


Com a liberdade que a democracia me proporciona, manifesto o meu voto na Chapa 1 por opção e por acreditar que teremos muito a ganhar com a eleição desta chapa. Gostaria de destacar as qualidades da colega que encabeça a chapa: Márcia Broxado, casada com Carlos (Carlinhos para os mais próximos), mãe de dois filhos, consegue dividir bem o seu tempo e ser uma ótima representante dos servidores, sem deixar de ser uma ótima dona de casa e colega de trabalho. Acompanho a tragetória de Márcia desde a época em que a mesma era servidora da PJM/PE, quando já militava pelos direitos dos servidores. É uma líder com habilidades reconhecida e aprovada e tem demonstrado ser uma pessoa com uma personalidade forte. Sob a sua presidência, tivemos a oportunidade de elaborar uma minuta de PCS democrática, partindo das sugestões das bases localizadas nas diversas unidades do MPU no Brasil. Consegue ser firme, sem perder a sensibilidade com para com os dramas enfrentados pelos servidores do MPU. Renovar é preciso...por isso eu renovo o meu apoio a Márcia Broxado, sem desmerecer a outra Candidata a quem eu tenho grande respeito. JAILTON RAMOS DE SANTANA

Vivemos importantes momento para toda a nossa categoria e algumasreflexões são necessárias. Nas eleições que se aproximam, teremos aoportunidade de definirmos o futuro da Seccional do Sinasempu em SãoPaulo e a quem entregaremos a condução de nossas decisões estaduais. Para eleição da direção nacional, colegas, aproveito para manifestar meu apoio aos integrantes da Chapa 1,porque quem os conhece, sabe que são companheiros que pautam suasatividades sindicais pelo equilíbrio e sensatez, ademais, o fazem comboa vontade e competência".
Eldo - PRM Araraquara

"Honestidade, seriedade e integridade são as qualidades que enaltecem os integrantes da Chapa 1 - Construção Coletiva, e, sobretudo, comprometimento com as causas dos servidores do MPU."
(Sérgio Kummer - Analista Processual - MPF - Alagoas)


Apóio a Chapa 1
PRIMEIRO: Por ser formada por pessoas sérias, responsáveis e acima de tudo, comprometidas com os interesses da categoria de servidores do MPU;
SEGUNDO: Pela forma como tem trabalhado à frente do sindicato e TERCEIRO: Pela certeza da continuidade da luta incansável por melhores condições de trabalho a todos os servidores do MPU.
Martinho PR/PI

"Um Sindicato forte se constrói com seriedade, compromisso e competência. Os últimos anos de atividade sindical não deixam dúvidas de que a Chapa 1 possui as pessoas certas para defenderem os direitos dos servidores de forma eficaz." "Para garantirmos nossos direitos, é preciso um Sindicato gerido por pessoas competentes e engajadas na luta pelos anseios dos servidores. Os componentes da Chapa 1 já comprovaram diversas vezes sua habilidade na conquista e manutenção destes direitos, realizando um trabalho sério e> competente." "Um Sindicato forte se constrói com seriedade, compromisso e competência. Os últimos anos de atividade sindical não deixam dúvidas de que a Chapa 1 é a melhor escolha para gerir o nosso Sindicato com eficiência, garantir os direitos adquiridos e conquistar novos horizontes para os servidores." Dimitri Buscacio Gonçalves
”Apoio a Chapa 1, primeiro porque seus integrantes são sindicalistas delonga data e detêm a experiência necessária para conduzir os pleitos e anseios da categoria de maneira que possam tornar-se realidade, segundo, porque esta chapa prima por consultar às bases para a tomada de decisões em observância ao princípio do Estado Democrático de Direito.” Darci Rodrigues de Almeida PR/RS

“Apoio a Chapa 01, porque conheço as pessoas que a compõem,algumas delas desde 1996. Conheço suas idoneidades e lealdade aoSINASEMPU, pessoas íntegras em seus propósitos e de éticainquestionável.”
Eloisa Helena GuerreiroPRT – Paraná

“Voto na Chapa 1 porque acredito que este é o SINDICATO que vem delutas anteriores e que construiu a melhor proposta para o nosso PCS,sempre aceitando as propostas da base. É a Chapa 1 que tem propostassérias pra nossa categoria, são esses colegas que tem lutado,batalhado e conseguido vitórias. Acredito no SINASEMPU e que a divisãoda categoria não é o melhor caminho. Vejo na Chapa 1 pessoas sérias eaguerridas que querem o melhor para os servidores do MPU.”
Adailton – PR - Roraima

“Por que a maioria dos colegas que compõem a chapa 1, já vem de umahistória de luta sindical que eu tenho acompanhado todos os dias sejapelos informes da página do sinasempu, seja na publicaçãoimpressa(Conscientizando). Basta citar que nenhuma outra teve tantapreocupação com direitos e garantias dos servidores quanto essa. Podemosobservar isso na formação desse PCS, em que todo o país participou pormeio de sugestão para a consolidação de propostas obtendo como resultadoum PCS que vai ao encontro dos anseios dos servidores. Podemos verificartambém na defesa que o sindicato oferece aos seus filiados, quandodispõem de assistência jurídica aos seus filiados. Saliento as lutasem prol das ações impetradas para todos os servidores como é o caso do11,98% e dos 13,23%. Vejo um sindicalismo sério e comprometido com acategoria. Sem conchavos com a Administração como tantas outra que tem por aí.”
Edna Feijão - PR-RO

Porque voto na chapa I, Voto na chapa I porque os companheiros dessa chapa são colegas compromissados com os destinos do SINASEMPU e todos trazem em sua bagagem uma história de compromisso verdadeiro com a causa de nossa categoria; tenho a plena convicção de que jamais a nossa entidade, nas mãos de servidores tão responsáveis passaria a sofrer interferência de entidades de outras categoria de servidores. O SINASEMPU acumula não só conquistas políticas, mais sobretudo respeito da família MPU, e de toda a sociedade. Gilmar Barros CostaPRT/18ª Região

Conheço de perto a atuação dos membros da chapa encabeçada pela colega Márcia Broxado e sei da seriedade, rigidez com os gastos e preocupação que sempre tiveram com o Sindicato. Fui testemunha das lutas do SINASEMPU e conquistas que a categoria obteve com a ajuda de tantos que fizeram as últimas Diretorias, como aqueles que ainda permanecem. Apóio a candidatura da chapa da Situação por achar que temos que manter a responsabilidade na gestão do Sindicato e avançarmos ainda mais na conquistas de nossos objetivos. Paulo Angelo de Souza Macambira PR/CE "

Penso que não há espaço para experiências à frente do SINASEMPU, pois porque estamos em mum momento extremamente delicado, com mudança de gestão no MPU e às voltas com um novo PCS. Ademais, já o fizemos em passado recente e o resultado foi péssimo. Este grupo é formado de corajosos servidores que se dispõe a servir de porta-vozes dos demais colegas, e estar à frente de um sindicato nacional exige responsabilidade e amor a essa tarefa tão nobre. Eu sei bem o que é isso, já estive lá por duas gestões consecutivas, e não vejo grupo mais credenciado para tão importante tarefa do que aquele formado e denominado Chapa 1.
Mário Alberto da Silva Filho - PR/ES (no MPU desde 1996)

Voto na Chapa 1 porque conheço e confio no trabalho dos representantes do Pará, Paulo Rabelo e Lena Paula. O SINASEMPU hoje significa aqui no nosso Estado mobilização e luta pelos interesses dos filiados, além de exercício da democracia, pela prioridade que sempre foi dada aos fóruns de discussão, nossas já tradicionais Assembléias. Tenho certeza que todos os membros da Construção Coletiva trabalham com esse mesmo espírito e acredito neles porque quero ver valer, na Direção Nacional do sindicato, minha voz e meu voto. NOBUO HINO PR-Pará

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Novo(a) PGR = Novo MPU?

Colegas,

Virou novela a nomeação da pessoa que ocupará o chefia do Ministério Público da União pelos próximos dois anos e, como toda novela, ao aproximar-se o último capítulo, a expectativa cresce e todos ficam se perguntando "Quem matou Odeth Roitman?", digo, quem será o escolhido ou escolhida de Lula?
Porém, mais que a simples curiosidade, que a esta altura já contagia boa parte de imprensa e da sociedade em geral, para nós, servidores do MPU acompanhamos essa trama atentos porque seu desfeche, para nós, será o começo de um novo ciclo.
Entre nós, sem dúvida, há predileções, e até mesmo torcida em relação aos nomes cogitados, todavia, independentemente de sobre quem recaia a escolha presidencial, o que mais desejamos é que, efetivamente, se inaugure um novo momento na administração do MPU, que se inicie uma Administração que reconheça e valorize os esforços de nossa categoria que, diariamente, empenha-se em bem servir a sociedade cumprindo de forma dedicada nossos ofícios e obrigações funcionais. Homens e mulheres sem os quais NÃO HAVERIA MPU. O MPU é um corpo e os servidores desempenham funções vitais desse organismo sempre e em toda parte, há servidores atuando na cabeça (sim lado a lado com Membros), nas mãos, braços, pernas e espinha dorsal, repito, desprezem os Servidores e NADA funcionará no MPU.
Assim, mais do que justo, é NECESSÁRIO que a nova Administração estabeleça um diálogo franco e direto com nossa categoria, especialmente a partir do SINASEMPU, nossa legítimo representante nacional.
Fazendo-se assim, quem mais sairá ganhando será o Povo brasileiro que terá um MPU fortalecido e cada vez mais atuante, pois com servidores qualificados, dedicados, estimulados e valorizados, este CORPO SAUDÁVEL será cada vez mais o guardião de nossa sociedade.

Anderson Machado

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Chapa 1 "Construção Coletiva"

Conheça os colegas que desejam, junto com você, fortalecer o SINASEMPU como uma "Construção Coletiva":


Candidata ao cargo de Presidente:
Márcia Broxado dos Santos, técnica administrativa, lotada na PRR 5ª Região, Recife-PE, servidora do MPU desde 1994. Formação: Medicina Veterinária e Direito. Delegada de base pelo Estado de Pernambuco em seis assembleias gerais nacionais, membro da Comissão Eleitoral Nacional em 2000/2001, Diretora da Seção Sindical de Pernambuco por duas gestões, vice-presidente da Diretoria nacional em duas gestões, atualmente no exercício da Presidência da entidade.

Candidato ao cargo de Vice-Presidente:
Paulo César Beltrão Rabelo, técnico administrativo, lotado na PR/PA, servidor desde 2001, Formado em Administração de Empresas e Direito, mestre em direito constitucional pela UFPA. Membro da Comissão Eleitoral Nacional 2002, Diretor Seccional do Pará 2003/2004, Presidente do Conselho Fiscal biênio 2004/2005 e atual Diretor Jurídico.

Candidata ao cargo de Secretária-Geral:
Cláudia Nassif Jaber
analista administrativo, lotada na PGT/DF, servidora do MPU desde 1990, servidora pública federal desde 1983. Formação: Ciências e Direito. Delegada de Base nas I, II e V assembléias-gerais, membro do Conselho Fiscal Nacional – gestão 1997/1999, participou de gestões junto à Diretoria nacional nos cargos de 1º secretário, Secretário-Geral, Diretor Financeiro e Diretor Jurídico; atual Secretária-Geral.

Candidata ao cargo de Primeira Secretária:
Lisiane Thurler Portela
analista processual do MPU, lotada, desde que empossada, em 1994, na PGR. Graduada em Direito e Língua, Literatura e Civilização francesas, pós-graduada em direito civil e processual civil pela Escola Superior do MPDFT, e em Direito Penal e Processual Penal pela Univ. Cândido Mendes. Foi membro do conselho deliberativo da ASMPF – 2005/2008.

Candidata ao cargo de Diretora Financeira:
Meiry Apolinário de Alencar
Professora, Técnica em contabilidade, administração, agronomia e Técnico Administrativo, lotada na PRT/10ª Região. Trabalha há 16 anos no MPU. Participou das IV, VI, VIII, IX e X AGO’s; Membro do Conselho de Ética criado em 2005, em Belém - PA. Diretor Financeira do SINASEMPU(2007 – 2009)

Candidato ao cargo de Vice Diretor Financeiro:
Kergimar Lima de Souza
técnico em Informática do MPT, lotado na PRT/RN, desde 01 de junho de 1998, Formado em processamento de Dados, Sindicalista desde a AGE de SP, casado, pai coruja de 02 filhos lindos, viciado em tecnologia e MP3, católico praticante, flamenguista e apreciador dos Chevettes em Geral.

Candidato ao cargo de Diretor Jurídico:
Jorge Fernandes Queiroz
técnico de apoio especializado, lotado na PRT/PB, servidor desde 1994. Farmacêutico e bacharel em direito, com pós-graduação em direito. Minha história no sindicalismo confunde-se com a fundação do Sinasempu, onde acompanhava as discussões, através do nosso representante na PB. Passei a participar mais ativamente na AGO de Maceió. Também colaborei na fundação da Seccional da PB compondo a diretoria local. Atualmente sou suplente da Diretoria Executiva Nacional e atuei com Relator do GT responsável pelos trabalhos de elaboração da proposta de nossa categoria para a revisão do PCS.
Candidato ao cargo de Vice Diretor Jurídico:
Erick Siebel Conti
ex-técnico administrativo da PR/AL, hoje analista processual lotado no Conselho Nacional do Ministério Público, exercendo o cargo de Assessor de Conselheiro. Bacharel em Direito e pós-graduado em Direito Constitucional, Administrativo e Tributário, participou de diversas atividades envolvendo ações judiciais ajuizadas pelo SINASEMPU, auxiliando a atual Diretoria Jurídica nas questões do direito ao exercício da advocacia e dos concursos de remoção.

Candidato ao cargo de Diretor de políticas Sociais e Cidadania:
Júlio Rico Torres
Técnico Administrativo, aposentado. Advogado. Atuou na PR/RS e na PRR4, nesta tendo exercido a função de Secretário e de Assessor de Procurador, foi escolhido como representante dos servidores, liderou reivindicações pela melhoria no local de trabalho, conseguiu a designação de servidores da PRR4 para o recebimento das então GRGs; foi escolhido pelos colegas da PRR4 para participar da Reunião Técnica de Procuradores - Chefes e Representantes de Servidores do MPF - Brasilia 25 a 27 de abril de 1995, ocasião em que liderou a apresentação de proposta para aumento da gratificação de atividade, obtendo êxito; exerceu o mandato de Diretor da Seção Sindical gaúcha do SINASEMPU, nos biênios 2003/2005, 2005/2007 e 2007/2009, nas quais promoveu três Congressos Estaduais; simultaneamente à Gestão Seccional, nos dois últimos biênios, tem dirigido a área de Comunicação e Imprensa do SINASEMPU, onde participou da produção das cartilhas contra o Assédio Moral e sobre a LER/DORT, da criação do personagem Sinasempinho, da marca SINASEMPU, implementou o INFORMATIVO padrão expedido (via e-mail) para todos os servidores do MPU, bem como o Informativo especial impresso - o Sinasempu/Informa, direcionado aos aposentados; implementou a reformulação do site do Sindicato; foi mentor da modernização do jornal Conscientizando e da implementação da sua versão eletrônica.

Candidato ao cargo de Diretora de Comunicação
Lena Paula Neto Chaves Lima
Formada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará. Técnico de Informática, servidora do MPT de janeiro de 1996 até novembro de 2007, atualmente lotada no MPF. Fundadora da Seção Sindical Pará, da qual foi a 1ª Diretora Seccional (biênio 2001-2002). Membro da Comissão de Ética nacional, em sua primeira composição. Ativista do movimento sindical paraense, participa, desde 2001, da Coordenação Estadual de Entidades de Servidores Públicos Federais, tendo atuado nos movimentos contra a Reforma da Previdência e de articulação de greves dos SPF's - a nível local e nacional.

Candidato ao cargo de Diretor Mobilização e Formação Sindical:
Anderson Cláudio de Melo Machado
Advogado, especialista em Direito Constitucional e Analista Processual, lotado na PR/RO. Tempo de MPU: 12 anos. Participou de todas AGO’s a partir da realizada em Maceió e da AGE realizada em São Paulo, em 2000; Foi Diretor Jurídico interino em 2000/2001; Diretor Jurídico nas gestões 2001/2003 e 2003/2005 e Diretor de Mobilização e Formação Política na gestão 2007/2009; Participou da fundação de inúmeras seccionais, além de ser sócio-fundador e primeiro Presidente da ASSEMPU/RO. Atuou como Presidente da Mesa das AGO’s realizadas em Belém – PA e Brasília – DF.

Candidato ao cargo de Primeiro Suplente
Hélio Aparecido Silvério,
técnico de informática, atualmente lotado na PRM/SOROCABA-SP, servidor desde 1991, pós graduado em análise de sistemas. Antes da formação do Sindicato já participava das reuniões/encontros de servidores, sendo a participação mais marcante a primeira reunião técnica entre servidores e procuradores ocorrida em Brasília de 25 a 27 de abril de 1.995, onde uma das grandes conquistas, dentre várias, foi a majoração da gratificação extraordinária do nível médio ao limite máximo estipulado por Lei e acompanhamento do projeto de Lei para as categorias de nivel superior. Esteve à frente das campanhas para a fundação do Sindicato. Em 15/11/1995 esteve presente no momento histórico da decisão da criação do SINASEMPU; fez parte da diretoria nacional provisória. Na primeira Diretoria ocupou o cargo de Diretor de Relações Públicas, onde, sem sair do Estado, fez campanha e conseguiu filiar muitos servidores do país. Esteve presente na aprovação do primeiro PCS, foi responsável pela primeira Home page (site) do Sindicato bem como do logotipo da entidade e foi membro da comissão de reestruturação do MPU. Esteve à frente de todas as questões referente a horário e jornada de trabalho. Participou ativamente de vários congressos e, nos dois últimos (Salvador e Natal), esteve à frente dos trabalhos da mesa como vice-presidente.

Candidato ao cargo de Segundo Suplente
Luiz Ivan Cunha Oliveira
Servidor Público concursado há 30 anos; filiado do SINASEMPU desde 1996; participou de todas as AGOS a partir de 1996, inclusive da Assembléia de Ratificação do SINASEMPU como único Sindicato Representante dos Servidores do MPU; participou de duas gestões como Diretor Nacional do SINASEMPU: 2º Tesoureito e Dir. de Política Social e Cidadania, respectivamente; ministrou e coordenou o primeiro curso de formação sindical no Sinasempu; foi eleito membro do Conselho Fiscal Nacional; participou da construção do projeto e da efetiva implatação das Seções Sindicais do SINASEMPU; presidiu o SINASEMPU nas duas últimas gestões (2005 a 2009);

Candidato ao cargo de Terceiro Suplente
Brasdemir Santana
Técinico de Apoio Especializado, lotado no Ministério Público Federal, PR/MG, desde agosto de 1995. Participou, como delegado de sua base, de várias AGO's, sendo a primeira Maceió no ano de 2000 e, de lá pra cá, participou de todas. É membro da diretoria da Seção Sindical do SINASEMPU em Minas Gerais.

Candidato ao cargo de Quarto Suplente
Ana Lúcia Barros
Graduada em Direito e Psicologia; Técnica Administrativa, lotada no MPF - PR/RJ. Esteve a frente da criação da Seção Sindical no Estado do Rio de Janeiro e foi Diretora Seccional por três anos; participou de várias assembléias gerais e reuniões realizadas pelo SINASEMPU.