quinta-feira, 20 de agosto de 2009

METAS DA CHAPA 1

LUTAR pela aprovação da revisão do PCS dos servidores do MPU, nos moldes discutidos pela categoria; através de um PCS digno, calcado na defesa de direitos e valorização doservidor de carreira; CONTINUAR combatendo as situações relacionadas ao assédiomoral no MPU; CONTINUAR vigilante à ocorrência de casos de nepotismo e nomeações irregulares; REAFIRMAR o compromisso com uma gestão transparente edemocraticamente participativa, em parceria com Seccionais; CRIAR fóruns permanentes como: listas de discussão ou afins, eventos regionais coordenados pelas Seccionais e seminários nacionais envolvendo temas de interesses da Categoria e da sociedade civil organizada; ESCLARECER aos filiados sobre a importância da filiação do Sindicato a uma central/confederação e fomentar a implementaçãoda filiação do SINASEMPU àquela escolhida pelacategoria; INTENSIFICAR as atividades em conjunto com outras entidadessindicais; IMPLEMENTAR um processo de mobilização visando novas filiações ao Sindicato, buscando o crescimento e fortalecimento da entidade; CONTINUAR vigilante nas questões envolvendo irregularidades e/ou injustiça nos concursos públicos ou nos concursos de remoção e relotação do MPU; DAR continuidade à realização de cursos de formação político-sindical aos filiados; LUTAR por assento no Conselho Deliberativo do PLANASSISTE e para que os valores das contribuições do Planosejam estabelecidas de acordo com as remunerações dos servidores e subsídios dos Membros, bem como pela reinclusão de coberturas a procedimentos antes autorizados, como é o caso do tratamento ortodôntico e próteses; REQUERER à administração do MPU a criação e implantação, nos quatro Ramos, de Programa de Prevenção de Riscos no Ambiente de trabalho visando a preservação da saúde e da integridade dos servidores. LUTAR pela criação de programas de gestão ambiental ede controle médico de saúde ocupacional para o estabelecimento de ambientes de trabalho mais humanizados; CONTINUAR com a bandeira de luta pela jornada de 30 horas; DINAMIZAR ainda mais a comunicação da Entidade, por meio de ferramentas mais ágeis no site, implementando formas de maior efetividade na recepção dos Informativos e Jornal Conscientizando pela categoria. São esses os motivos que nos levam a pedir o seu voto. Vamos juntos, cada vez mais fortes, afinal, o SINASEMPU é CONSTRUÇÃO COLETIVA! Em 08 de setembro, compareça às urnas e vote CHAPA 1. Metas para o biênio 2009/2011

sábado, 15 de agosto de 2009

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Os componentes da Chapa 1 – Construção Coletiva vêm, pelo presente, tornar públicos os seguintes esclarecimentos, em relação à anulação da eleição para o SINASEMPU:

Conforme consta na Ata da Comissão Eleitoral Nacional o primeiro acordo proposto, que tinha, como se falou, o objetivo de salvaguardar o processo eleitoral ratificando os atos praticados em relação à indicação da mesa apuradora, já que qualquer chapa que se sentisse prejudicada poderia, a qualquer tempo, pedir a anulação. Este acordo foi assinado pelas Chapas.

Logo em seguida, dois novos acordos foram propostos pelos componentes da Chapa 1: o primeiro no sentido de abrirem mãos de contestar o descumprimento de qualquer prazo, porventura não executado pontualmente pela Comissão Eleitoral Nacional, convalidando os atos realizados. Importante salientar que o principal objetivo era o de evitar a anulação das eleições, por descumprimento de alguma formalidade que não trouxesse desequilíbrio na disputa entre as Chapas.

O Segundo tratava da apuração em si, tinha o intuito de estabelecer parâmetros consensuais entre os concorrentes, para validar a eleição, já que muitos filiados não aptos a votar - aqueles com menos de 3 meses de filiação a contar da data do registro das chapas - foram às urnas.

Esta proposta de acordo não era nenhuma novidade, já que no pleito passado foi apresentada e aceita pelas Chapas, ou seja, não inventamos a roda. Nosso propósito era a de preservar o pleito, no caso de haver uma quantidade muito grande de votos de filiados não aptos, resultando na impugnação de um grande úmero de urnas e conseqüentemente na anulação das eleições por falta de quorum.

Além do que, ainda havia o problema das inserções nas listas de presença dos eleitores. O Regulamento Eleitoral é claro que só podem votar os filiados cujos nomes constem da listagem, salvo os casos previstos no próprio regulamento, podendo as eleições ser anuladas também por tal motivo, se as chapas não chegassem a um acordo.

Durante horas negociamos com os componentes da Chapa 2, sem sucesso. Pedimos para eles redigissem uma contraproposta, porém todas as tratativas terminaram em fracasso.

Verificando que o acordo era impossível e que a realização da apuração poderia redundar num litígio, decidimos tomar uma atitude com o intuito de evitar uma disputa judicial que poderia levar anos e onde teríamos um único perdedor – o conjunto dos filiados.

Entregamos o requerimento pedindo a anulação à Comissão Eleitoral Nacional, mesmo sabendo da possibilidade dos filiados não compreenderem a plenitude da decisão.

A Comissão Eleitoral Nacional analisou a situação e tomou sua decisão, no sentido de anular as eleições, sendo redigida a Ata do Processo de Apuração. Depois de finalizada a Ata, componentes da Chapa 2 pediram para retomar as negociações, porém não havia mais condições, pois a Comissão Eleitoral Nacional já havia encerrado os trabalhos.

Houve o máximo de empenho para validação das eleições em consideração aos filiados votantes e à vontade das urnas. No entanto, na nossa concepção, não guardaria um mínimo de razoabilidade fazer uma apuração que depois poderia ser objeto de um pedido de anulação, ou de uma ação judicial. Por isso entendíamos que os acordos eram primordiais para a consecução da apuração. Eram esses os esclarecimentos que tínhamos a fazer. Não conseguimos entender o posicionamento da Chapa 2, os motivos que impediam a assinatura dos acordos. Ficará uma pergunta para sempre, por que não assinaram?

sexta-feira, 24 de julho de 2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

BAIXEMOS AS ARMAS (TODOS!)





Por Anderson Machado

Eleitores da Chapa1 ou da Chapa2 e também os não eleitores,

É preciso baixar as armas.




Observar que estamos vivendo um momento extremamente importante pra nossa categoria.

Estava agora mesmo comparando as duas propostas e, pra ser bem sincero, as diferenças numéricas são bem pequenas, eu não ousaria chamar nenhuma das duas de "pobre", muito pelo contrário, ambas são ousadas e (de verdade?) se fosse somente uma questão de apresentar e já estar aprovado, nas tabelas, misturaria ambas, nossa! O resultado seria estrondoso! (Veja a comparação - TABELAS EXPOSTAS ACIMA)

Mas não é assim, qualquer proposta ainda passará por uma análise no âmbito da Administração e depois no Congresso Nacional.

Precisamos de estratégia, de tática!

Tenho dito aos colegas que, apesar de ter, pessoalmente, apreço pelos colegas da Chapa2, não os conheço do dia a dia, nem tenho conhecimento suficiente da experiência de qualquer deles na atuação sindical, salvo o Marcos que como Diretor Seccional da Bahia sempre foi bastante esforçado. Tenho certeza que os colegas da Chapa2, como nós da Chapa1, tem o desejo de conseguir o melhor para os servidores do MPU. Para mim isto é PACÍFICO!


O motivo de termos duas chapas, e basicamente o que vamos decidir no dia 27, é qual a tática entendemos mais apropriada. Nós da Chapa 1 temos uma, os colegas da outra chapa tem outra.


Eles entenderam, por exemplo, nesta questão do PCS que a melhor tática seria fazer uma "adequação" da proposta do Judiciário e defendê-la para os servidores do MPU. Sem problema, é valido, é uma tentativa.


Nós da Chapa 1 apoiamos e defendemos o produto do trabalho de nossa categoria, realizado através de seu sindicato – o SINASEMPU, e apresentado, de mais ou menos um ano e meio de muito trabalho. É uma proposta na qual um dos objetivos é nos desvincular do Judiciário.

Não vou nem entrar muito no mérito da origem de cada proposta (nós temos plena consciência que a minuta que defendemos é resultado de um esforço muito grande de realizar um processo o mais democrático possível - não perfeito, mas, sem dúvida, o mais democrático já realizado em nossa categoria...)

Vamos, brevemente, ao mérito:

Atual
Técnicos A1 (começo de carreira) Vencimento: R$ 2.662,06 (sem GAMPU) e R$ 3.993,09 (com a GAMPU)

Proposta da Chapa2:

Técnicos A1 (começo de carreira) Vencimento: R$ 3.302,88 (sem GAMPU) e R$ 9.268,01 (com a GAMPU calculada sobre o maior nível)

Proposta do SINASEMPU (apoiada pela Chapa1)

Técnicos A1 (começo de carreira) Vencimento: R$ R$ 3.523,53 (sem GAMPU) e R$ 7.399,41 (com a GAMPU e GAT)


Atual


Técnicos A15 (final de carreira) Vencimento: R$ 4.240,47 (sem GAMPU) e R$ 6.360,71 (com a GAMPU)


Proposta da Chapa2:

Técnicos A15 (final de carreira) Vencimento: R$ 7.017,80 (sem GAMPU) e R$ 12.982,93 (com a GAMPU calculada sobre o maior nível)

Proposta do SINASEMPU (apoiada pela Chapa1)

Técnicos A15 (final de carreira) Vencimento: R$ R$ 6.208,7(sem GAMPU) e R$ 13.038,27 (com a GAMPU e GAT)
Esta é só uma amostra. Se analisarmos todos os níveis, em todas as tabelas, veremos que há diferenças, mas não que uma seja sempre melhor que a outra (em se tratando de valores).

A diferença está na construção dos valores, proposta por nós defendida, especialmente nos níveis A e B, adota o pensamento que é mais importante fortalecer o “vencimento” (único item protegido pelo princípio da irredutibilidade de vencimento) e segue o caminho mais usual de calcular as gratificações sobre o vencimento de cada nível, porque em outros Planos já se tentou fixar no maior para todo e é recusado sob o argumento que passaria e ser valor fixo e perderia o caráter de gratificação. (no PCS passado isto aconteceu).

Outra tática importante que é resultado de uma opção da categoria:

Buscamos desvincular nossos cálculos da Proposta do Judiciário, afinal, já sabemos o resultado da vinculação (a formiga (MPU) só consegue caminhar por onde o elefante (Judiciário) também pode, limitando sobremaneira nossa ação).

Em conversa recente com o novo PGR foi-nos dito que é necessário termos um parâmetro, não se pode apresentar um Plano de Carreira tirado da manga e que, usualmente, se tem usado como parâmetro o Judiciário. E, ao dizermos que tínhamos um parâmetro - carreiras que possuem um perfil muito mais parecido com a nossa (em tamanho e atuação funcional) como a CGU (parâmetro da proposta de vencimento) e TCU (parâmetro de outras propostas da minuta) – foi-nos dito: “Apresentem os estudos!”


Observemos ainda a questão do Adicional de Qualidade, para o qual o SINASEMPU propõe uma melhora significativa. Isto oferece mais reconhecimento para todos os níveis e uma especial recompensa ao técnico que, em regra, possuem nível superior.

Foi assim que foi feito, temos os estudos de impacto, isto nos dá uma vantagem imensa, especialmente no Congresso Nacional.


Colegas, todos nós, vamos com calma, vamos debater sem conclusões precipitadas, estamos tratando de nosso futuro, muito além do dia 27 de julho.


Forte abraço!

terça-feira, 21 de julho de 2009

POLÍTICA À BRASILEIRA


Por Paulo Rabelo

Constantemente ouvimos colegas de trabalho dizendo que têm horror a política, nojo mesmo. Essa realidade reproduz o sentimento nacional que, infelizmente, confunde política com politicagem.

Somos seres políticos por definição, o termo tem origem na pólis grega (comunidade organizada) composta por cidadãos (politikos). O sentido da cidadania grega – não diferente da atual – é voltado para uma participação que tem a capacidade de construir os próprios destinos.

É fato que o noticiário encontra-se recheado de escândalos, corrupção e situações fáticas que conduzem a sentimentos como horror, nojo, indignação e tantos outros, contudo, são fatos motivadores da necessidade de uma participação cada vez mais intensa processo democrático. O distanciamento por meio de uma atitude passiva ou omissiva beneficia àqueles que os protagonizam e que, em última instância, materializam miséria e injustiça social no cotidiano nacional.

A politicagem é o retrato dos mensalões, sanguessugas, sathiagrahas e tantas outras operações que realmente devem nos conduzir a sentimentos como a indignação, todavia, necessário canalizar tal energia para uma ação produtiva e participativa, no sentido de transformar o que nos incomoda, o nome disso? Política.

Em nosso movimento sindical a realidade não diverge, um modelo intencional – estado liberal – implementado estimula e promove a preocupação apenas com que gravita na órbita de nossos umbigos. Quando cada um cuida apenas do “seu quadrado” é impossível a transformação do “status quo” e as situações que tanto nos incomodam continuarão a se reproduzir.

O sindicalismo público, e em especial o do MPU, tem papel vital nesse contexto, não apenas pela garantia dos direitos da categoria, o que sem dúvida vem sendo bem conduzido pela atual diretoria do SINASEMPU, mas fundamentalmente por essa possibilidade transformadora, que no contexto de uma eleição merece atenção, sob pena de ficarmos ofuscados com cifrões ilusórios que jamais irão se materializar e não voltar a atenção para propostas e modelos que se apresentam numa perspectiva diametralmente oposta.

Portanto, o convite a todos: eleitores e não eleitores é para buscar a informação concreta, real e verdadeira, vez que a proposta de reflexão é muita mais ampla, informações essas disponíveis em múltiplas fontes: internet, jornais, ações judiciais (ou não),artigos, depoimentos, ... e após isso, num exercício de fruição de uma cidadania plena, fazer a opção consciente pelo modelo que mais atende aos anseios de justiça e equidade.

De nossa parte, sei medo de errar, tenho plena certeza que todo o processo reflexivo foi feito, inclusive fundamentando a elaboração de nossas propostas, por isto dia 27 de julho, vamos votar conscientes e fortalecer a verdadeira CONSTRUÇÃO COLETIVA!

UM SINASEMPU MADURO


Por Maria Angélica Travniski de Souza

Desde que participo dos eventos do SINASEMPU, lembro-me de um argumento muito utilizado no início: que o nosso sindicato era novo, e que tinha muito ainda a galgar para se inserir no contexto de um sindicato de verdade.
Há algum tempo, cerca de uns 04 anos, acredito, ouvi de uma pessoa que respeito muito, que o SINASEMPU tinha amadurecido consideravelmente, e que tal argumento de sermos um sindicato novo, já não bastava.
Tomava posse, naquele ano, como presidente do SINASEMPU, Luiz Ivan Cunha Oliveira.
E nesses anos em que esteve à frente do Sindicato, mudou completamente a idéia que muitos tinham de luta sindical, mostrando que o SINASEMPU tem força, tem expressão, não apenas no MPU, como também frente a outras entidades classistas, como ANDES, ASSIBGE, entre outras, passando a compor a Bancada Sindical ao lado, inclusive, do representante da FENAJUFE.
Hoje, não tem Unidade que desconheça o SINASEMPU, como há 04 anos. Sim, ao contrário dos Estados, que o reconhecem como legítimo representante de todos os servidores do MPU, em Brasília não se ouvia falar de SINASEMPU, e isso mudou!!!
E graças a essa mudança, podemos afirmar que temos um sindicato forte, e principalmente, que goza de identidade própria, de liberdade!
Não somos os experts, nem poderíamos, pois o conhecimento é construído dia-a-dia. No entanto, podemos apontar uma história de lutas, um caminho de dedicação que nos levou a acreditar que podemos ser alguém e não precisamos ficar à sombra de entidades do Judiciário. Nós temos nossa força, somos respeitados no âmbito sindical e existimos a par das outras entidades, com uma categoria que possui suas especificidades e quer se unir a outras entidades sim, para ajudá-las e para ser ajudada. Mas não aceita mais ser relegada a segundo plano. Com a nossa força e com uma Diretoria Nacional que se mostrou disposta a encaminhar as propostas da categoria, é que queremos seguir, galgando degraus e degraus, em uma Construção Coletiva!

Sou “CONSTRUÇÃO COLETIVA”

Por Hélio Aparecido Silvério

Participei desde o início de nossas lutas quando nosso Sindicato ainda era apenas um sonho. Poucos acreditavam e não foi fácil chegar em Brasília e trabalhar para a formação e concretização desse sonho. Durante anos e anos alguns poucos colegas já pensando no poder de uma CONSTRUÇÃO COLETIVA se reuniam em Brasília, precariamente, viajavam horas e horas de ônibus, sem dinheiro para hotel e alimentação etc. Até que em 1995 esse sonho tornou-se realidade. A partir daí os trabalhos nunca cessaram, veio o primeiro PCS, estudos de horário, reestrutura, campanha de filiação sem sair do Estado, sem viagens, com muitas e muitas CONQUISTAS e questões solucionadas ou encaminhadas e estão aí pra qualquer filiado, ou não filiado, ver, basta entrar no site do SINASEMPU ou procurar se informar de forma direta com colegas que já estão há algum tempo na casa, um colega que seja envolvido e inteirado com as nossas necessidades.


Com o passar dos anos e, a cada dois anos, são eleitas as diretorias. Algumas acertando mais, outras tentando acertar, mas tudo isso fazendo com que os colegas que estivessem a frente fosse também crescendo, tornando-os mais capazes, mais conhecedores e mais interessados na nossa carreira.

Isso tudo fez com que grandes líderes fossem surgindo e dentre estes, alguns que desde o início não abandonaram sequer uma luta. Alguns em evidência, sempre combativos, outros no seu Estado provando que nunca deixaram de trabalhar em prol dos colegas e da entidade.

Hoje temos uma entidade forte, combatente, respeitada, colegas que lutam com afinco mas que não são valorizados. Temos na chapa 01 exemplos claros de luta, de raça, de envolvimento e comprometimento com a nossa Entidade. Ta aí a palavra chave “precisamos de pessoas comprometidas”, que não apresentem apenas discursos de cunho eleitoreiro mas, que estão com o pé no chão, mostrando sempre o bom senso, dando a resposta na hora certa, não faltando em momento algum com a verdade. APOIAR UMA CHAPA COMO ESSA SERIA MUITO POUCO, ENTÃO RESOLVI FAZER PARTE DA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

VOTE CHAPA 01, VOTE CONSTRUÇÃO COLETIVA!!!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

DIÁLOGO NA PRÁTICA


Por Márcia Broxado

Dialogar é palavra muito importante, mais que isto é atitude importantíssima!Por vezes é usada de modo equivocado. Para que o diálogo realmente aconteça é necessário que ambas as partes tenham interesse, envolvam-se, se não for assim, será desperdício de energia, perda de tempo, submissão ou, no máximo, monólogo.Sempre defendemos o diálogo, nossa história no movimento sindical é prova disto.Ainda trataremos bastante sobre a necessidade de fortalecer o diálogo em diversos âmbitos, mas, agora, tratemos do diálogo com a Administração do MPU. Já vivemos momentos de maior, menor e até nenhum diálogo entre Administração do MPU e servidores. De nossa parte sempre mantivemos uma postura séria, respeitosa e correta. Tomamos a iniciativa de estabelecer laços institucionais, administração – sindicato, porém nunca abrimos mão de uma defesa intransigente da categoria, não poderíamos “negociar” direitos que não nos pertencem pessoalmente. Foi esta fidelidade à categoria, aliada à boa dose de indisposição da outra parte, que causou um desgaste da relação do SINASEMPU com alguns integrantes da antiga Administração do MPU. Tanto não era pacífica no âmbito da Administração passada a recusa de estabelecer o diálogo com a categoria que, mesmo durante a “campanha” dos postulantes ao cargo de PGR, todos manifestaram desejo de estabelecer um diálogo institucional com a categoria. Outro sinal efetivo dessa mudança de atitude por parte da Administração ou, pra ser mais justa, do pensamento e prática do novo PGR, é o modo receptivo com que tem tratado os representantes do sindicato desde sua nomeação. Estivemos nesta semana no gabinete do Novo Procurador Geral da República, Dr. Roberto Gurgel, para uma rápida visita de congratulação, e foi com alegria que ele recebeu nossos cumprimentos, manifestando mais uma vez seu anseio pela construção de um diálogo fraterno e respeitoso, sem submissão de parte a parte e com fundamento nos interesses institucionais do MPU e de seus servidores. Uma relação que, com certeza, não se fundamentará na bajulação, na troca de favores pessoais, nem de pequenos grupos, mas sim no respeito e na busca de entendimentos, sem que a Administração abdique de defender seus legítimos interesses, nem os servidores sejam obrigados a abrir mão se de seus direitos ou da busca por melhores condições de vida e trabalho.Nesta quarta-feira, dia 22 de julho, estaremos na posse do novo PGR, reafirmaremos a ele nossa confiança na construção de um frutífero diálogo, servidores-Administração, que refletirá, por exemplo, na aprovação do projeto de lei que trata da criação de novos cargos para o MPU, que amenizará o sofrimento de inúmeros colegas que têm trabalhado além de suas possibilidades em razão do excesso de trabalho; e, sem dúvida, na revisão, urgente, de nosso plano de carreira, com a efetiva valorização dos servidores efetivos.

É nisso que acreditamos, é por isto que lutamos!Caminhemos juntos, sempre numa CONSTRUÇÃO COLETIVA!

Apoio a chapa 1

Para avançar na luta unificada dos trabalhadores, apoio a Chapa Construção Coletiva no SINASEMPU.
Robson Neves, Diretor da Executiva Nacional da FENTECT - Federação Nacional dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos / ECT

Conheci Márcia Broxado na luta contra a Reforma da Previdência de 2003, quando dirigia o SINASEMPU em Pernambuco. Por isto não poderia deixar de apoiar sua chapa nestas eleições nacionais, pois sou testemunha de seu compromisso de luta e sua capacidade de trabalho.
Marcos Antônio, Presidente da FESEMPE - Federação dos Sindicatos de Servidores Públicos Municipais de Pernambuco


A Direção Nacional do SINASEMPU tem demonstrado firmeza e coragem em sua prática sindical, sem esquecer de nortear suas ações pelos fóruns de deliberação da categoria. Por esse espírito democrático e de luta, tem nosso apoio para continuar esse importante trabalho.CEDÍCIO DE VASCONCELOS MONTEIRO Dirigente da Executiva do SINTSEP(PA) e da Executiva Estadual/PA da CONLUTAS

Coerência, articulação nacional, habilidade para o diálogo e capacidade de interlocução com a base são qualidades imprescindíveis na vivência sindical – claramente demonstradas pela diretoria do SINASEMPU durante sua gestão. Declaramos nosso apoio na certeza que a continuidade do trabalho representará novas conquistas para os servidores do MPU
NEIDE SOLIMÕES Coordenadora-Geral do SINTSEP(PA) - Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado do Pará e membro da Executiva da CONDSEF – Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal


"A capacidade de diálogo aliada à firmeza de propósitos sãocaracterísticas indispensáveis na luta por melhores condições devida. Nos amigos da Chapa 1 - Construção Coletiva, sei que estes fundamentos estão presentes, por isto merecem e recebem nosso apoio."
Senadora Fátima Cleide PT/RO



"Nossa luta pelo respeito às leis deste país e por justiça exige um mutirão da sociedade.
A direção do SINASEMPU está fazendo bem a sua parte, por isso merece o nosso apoio". Protógenes Queiroz, delegado da Polícia Federal e chefe da operação Sathiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas.

"Em tempos de tantas dificuldades no ambiente sindical, de tantas direções sindicais cooptadas pelos governos, ficamos felizes em ver a direção do SINASEMPU atuando com tanta independência, com autonomia. Este trabalho e esta postura em defesa dos interesses dos servidores do MPU não pode ser interrompido".
Luciana Genro, deputada federal do PSOL-RS




"O trabalho desenvolvido pela atual diretoria do SINASEMPU merece nosso profundo respeito e apoio, razão pela qual é importante que tenha continuidade".
Heloisa Helena, ex-senadora e candidata a presidencia da República em 2006

DESPERTAR É PRECISO















Por Lena Paula
“Na primeira noite eles aproximam-se e colhem uma Flor do nosso jardim e não dizemos nada.
Na segunda noite, Já não se escondem; pisam as flores, matam o nosso cão, e não dizemos nada.
Até que um dia o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, Já não podemos dizer nada.
Vladimir Vladimirovich Mayakovsky “
(Влади́мир Влади́мирович Маяко́вский) (1893 - 1930)


Intimidar é um verbo de conjugação tola, imprecisa.
Porque as verdadeiras lideranças jamais se intimidam, principalmente quando o momento é solene, decisivo.

Esse é o nosso momento hoje, diante dele não esmorecemos e muito, muito, dissemos. Mas do que isso, agimos, vivemos, construímos. E, principalmente, respeitamos - a opinião, as críticas, os anseios da nossa base - reflexo fiel disso é que na vivência real de um processo de construção democrática, elaboramos com as vozes dos servidores do MPU em cada Estado, cada município, cada local de trabalho, a primeira minuta de revisão do Plano de Carreira do MPU autenticamente nossa.
Aos arautos do apocalipse do “aumento pecuniário” e sua correria comezinha nos bastidores de entidades fantasmas, respondemos com a tranquilidade e a consistência de um trabalho iniciado em abril de 2008, consolidado por pessoas de carne e osso - referências verdadeiras em suas unidades - articulado com seriedade e referendado por assembléias locais de norte a sul do país.

Aos amadores que ofendem a dignidade dos servidores com um plágio de Tabela Salarial made in Judiciário - acreditando que, como eles, a categoria está disposta a negociar sua autonomia, qualidade de vida, valorização profissional, pelas migalhas e sobras de outras plagas - respondemos com a autoridade e a seriedade de quem vive na pele os riscos e os ônus de ser, com muito orgulho, Diretor Nacional, Diretor Seccional, Delegado de Base ou Representante por Local de Trabalho do único e verdadeiro Sindicato dos Servidores do MPU.


Não haverá espaço para discursos vazios. Nós, da Chapa 1, estamos nesse processo eleitoral apresentando o que somos, nossa representatividade, nossa história no movimento sindical de nossa categoria, em defesa não apenas de uma entidade, mas de uma cultura democrática de gestão, baseada no fortalecimento e valorização das Seções Sindicais - que sempre foram as parcerias prioritárias da atual Diretoria Nacional - e no compromisso de zelar, com coerência e honestidade, pelo patrimônio material, cultural, moral e político que o SINASEMPU vem acumulando, com muito esforço e empenho, especialmente nas últimas gestões, uma práxis forjada no respeito às especificidades e peculiaridades da realidade vivida pelo servidor do MPU, e, ao mesmo tempo, conectada ao contexto nacional dos movimentos de Servidores Públicos Federais. O SINASEMPU SOMOS TODOS NÓS, AGUERRIDOS E SOLIDÁRIOS, JUNTOS NESSA DEMOCRÁTICA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

INTERAGIR É PRECISO



Por Júlio Edison Rico Torres

Não se pode permitir que prevaleça o apelo de "mudar é preciso", quando se sabe que a mudança, certamente, será para pior...
Precisamos conscientizar nossos colegas quanto às falácias que vêm sendo utilizadas pretendendo fazer valer tão simplória retórica, própria dos que não têm argumentos sólidos para convencer.
A mudança nem sempre é para melhor e neste caso, certamente, não seria.
A atuação da atual gestão da Diretoria Executiva Nacional do SINASEMPU, cujos integrantes em grande parte integram a Chapa 1 "CONSTRUÇÃO COLETIVA", é, por si só, espelho de seriedade e de firmeza do propósito de bem defender os interesses da categoria e isso precisa ser dito. Os inúmeros sucessos alcançadas na via judicial, aliados às campanhas de caráter valorativo tanto dos servidores do MPU como a contra o assédio moral, nepotismo, LER-DORT, irregularidades na ocupação de FC’s e CC’s, pelo respeito ao direito de advogas dos servidores. A capacidade de unir forças com a própria administração quando à unidade de desígnios, como no caso da campanha em prol do aumento do quadro de servidores do MPT. Tudo isto confirma a postura séria e austera que tem sido empregada, reafirmada com a busca de diálogo franco e sincero com a nova administração da PGR, conforme já foi amplamente divulgado.

Ademais, é característica marcante de nossas lideranças, e de todos que a apóiam, perseverar na busca de maior participação das bases, o que tem sido feito, seja através de encontros estaduais ou nacionais, todos reunindo, em várias oportunidades, as diretorias Nacional e Seccionais para definição e estabelecimento de atividades conjuntas, coletivas, seja, também, por consulta aberta extensiva a todos os servidores do MPU, como no caso da criação de um Grupo de Trabalho, formado por diretores nacionais e seccionais, que recolheu sugestões das bases e, em Seminário, com a efetiva participação de representantes estaduais eleitos para tal finalidade, coligiu os dados que expressavam as pretensões de todos os servidores do MPU para a formulação de um ante-projeto de revisão do atual PCS a ser entregue ao novo Procurador Geral da República.

Pela primeira vez a própria categoria, por iniciativa do seu sindicato nacional, o SINASEMPU, pode expressar-se a respeito.
É isso, caros companheiros; precisamos que todos se envolvam, de fato. Nosso material de campanha mais forte é o corpo-a-corpo, o dizer a verdade, sem iludir, sem falácias...
Não dispomos de recursos financeiros para uma campanha com impressos caros e, muito menos, para propiciar deslocamentos em larga escala, porquanto não temos patrocinadores...
Assim, não sendo possível fazerem deslocamentos para outras unidades, por favor, utilizem-se das formas disponíveis de trabalhar, pedir votos mesmo, seja por telefone, e-mails, entregar o nosso panfletinho de mão em mão etc.
Ah, recomendem o acesso ao nosso blog http://construcao-coletiva.blogspot.com/.
O tempo é curto, somente está permitida a campanha até o dia 22, quarta-feira.
Temos de trabalhar com muito empenho para não deixarmos que o nosso SINASEMPU, que hoje desfruta de grande conceito nacional, possa vir a cair nas mãos de pessoas sem o preparo necessário e que não consideram tão importante fortalecê-lo e de mantê-lo no caminho da austeridade e compromisso para com os legítimos interesses da categoria que nacionalmente representa.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Eleições e PCS


por Anderson Machado

Nas ultimas semanas, pelos corredores das Unidades por onde temos andado, dois temas são recorrentes: PCS e Eleições do Sinasempu; é bem verdade que o primeiro muito mais que o segundo!
Mas penso ser importante refletirmos o quanto os dois temas estão umbilicalmente ligados. Afinal, as direções eleitas no próximo dia 27/07 (nacional e seccionais) serão as responsáveis pela condução do processo de negociação junto à Administração do MPU e ao Congresso Nacional. Só este fato, que não é o único, já ressalta a importância das eleições sindicais, mesmo para aqueles que neste momento têm suas atenções completamente voltadas para o PCS.
Tal importância passa a ser ainda mais significativa quando analisamos o perfil das chapas concorrentes e as estratégias que se delineiam a partir de tais perfis. Enquanto a Chapa 1 – Construção Coletiva - ratifica e aposta no processo coletivo realizado pelo Sinasempu, a partir das propostas apresentadas pelos colegas do país inteiro e aprovadas em assembléias por todos os rincões brasileiros, num autêntico movimento de ampla participação e inquestionável legitimidade; a chapa de oposição, inexplicavelmente, aposta suas fichas em proposta externa ao sindicato, não discutida com a base da categoria e com a ativa participação de entidades “alienígenas”, ligadas ao Judiciário.
Evidentemente que são estratégias, inclusive eleitorais, e como tais devem ser respeitadas, porém, não consigo me conformar com a atitude de colegas que se dispõem a dirigir uma entidade sindical e, ao mesmo tempo, desprezam, desrespeitam o trabalho realizado por ela, pela base da categoria.
Observemos que a proposta defendida pelo Sinasempu não é uma proposta politiqueira que um grupo de filiados, elaborada às presas em razão do processo eleitoral, é uma proposta que vem sendo discutida pela categoria a partir de sua entidade sindical já a bastante tempo, e, por isso, deve ser respeitada por qualquer direção que venha a assumir o sindicato. Ou será que o pensamento dos colegas da oposição é fazer como certos políticos que, quando conseguem assumir certos cargos eletivos, especialmente os executivos, abandonam as obras já iniciadas, inclusive as de grande interesse público, somente pelo fato de terem sido propostas por seus antecessores?
Fica difícil entender... De qualquer forma, tenho a firme convicção que o trabalho realizado pelo Sinasempu, por nossa categoria, o qual será entregue em mãos ao novo PGR tão logo ele assuma o cargo, não será desprezado, pois no dia 27 de julho vamos todos comparecer maciçamente às urnas e votar na chapa que valoriza nossa categoria, que respeita e aposta na nossa entidade e que vai lutar por um autêntico PCS dos Servidores do MPU: Chapa 1 - Construção Coletiva!
Até a vitória colegas!
Vamos juntos porque o Sinasempu é e precisa continuar sendo uma verdadeira Construção Coletiva!